quarta-feira, 21 de maio de 2014

Cada um com seus problemas. Não leve tão mal meu egoismo, mas é que né, de certa forma você provocou esta situação, de uma forma ou de outra provocou. Talvez alguma coisa que fez, talvez alguma coisa que deixou de fazer. Não foram os astros, não foi o mundo injusto e sem oportunidades, foi você. Foi você, então não enche o saco.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Eu sei que eu sou difícil de lidar, sei que não é fácil de entender e por hora não pretendo que seja diferente. Tudo fechado aqui, vamos arrumar a casa.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Ele abriu a porta e esbarrou no silêncio que se espalhava por toda casa. Parou como se tivesse dado de cara em uma coisa sólida, quase pode sentir dor e pensou em fazer meia volta e nunca mais entrar ali. Aquela casa era ela, aquela casa tinha ela em cada metro quadrado, ele podia sentir seu cheiro, podia ouvir seus sussurros baixos em meio ao silêncio total.
Atreveu-se sala a dentro, jogou os sapatos em um canto, atirou a camiseta em cima do sofá e passou direto para o quarto, mirou o alvo e atirou-se na cama de olhos fechados. Fim, pensou ele, já era.
Quando aterrizou na cama, aterrizou em cima de um papel que não deveria estar ali. Catou o papel embaixo de si e sem muita vontade tratou de ler o que ele dizia. Na primeira palavra congelou e devorou todas as restantes.

Pensa comigo, querido. 
Eu nem sei por que estava aqui todo esse tempo, nem você sabe. Eu te amo, é claro, e você também me ama, é visto. Mas vamos esclarecer as coisas, não há porquê. Se continuássemos eu dividiria com você o sobrenome Infelicidade e você, obviamente não o merece.
Eu tenho tentado não pensar muito, a bebida ajuda um pouco, os amigos ajudam muito. Eu tenho tentado organizar, tenta organizar também, nada pode dar mais errado do que já deu, não tem como.
Eu não me despeço, não me despeço de forma alguma. Tu tens meu coração, fica com ele, eu tô indo.

Deu. Ele pensou. Agora deu.


P.s. O texto é fictício, obviamente. 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A tristeza vai passando aos poucos assim.
Orgulho-me da minha capacidade de adaptação, faço o que tem de ser feito, onde tem de ser feito. Chorar nunca resolveu nada e não vai ser agora que vai resolver.
Agora o que vier é lucro, o que vier é só matar no peito.
Me sinto disposta para tudo e indisponível para todos, me sinto aberta a qualquer coisa, a qualquer situação. Gosto de pensar que nada mais pode me assustar e não vai.
 Eu já consigo me sentir bem. Quase lá.

domingo, 4 de maio de 2014

Eu quero agradecer a todos, aos que sempre estiveram junto a mim, aos que sempre estiveram perto mesmo longe, aqueles que a muito não apareciam na minha vida, mas surgiram do mármore do inferno para me apoiar. Eu agradeço. Agradeço a todos os "Tu tá bem?", aos "Eu posso fazer alguma coisa por ti?" Agradeço infinitamente aos abraços, mensagens, ligações, whats recebidos oferecendo apoio, casa, comida, grana, companhia, bebida. Eu não tenho como agradecer.
Eu sempre soube do meu dedo bom para escolher amigos, mas dessa vez vocês realmente me surpreenderam, eu não poderia esperar nada tão acolhedor e sincero. MUITO OBRIGADA AMIGOS.
 Aos pouco eu vou levantando, aos poucos eu vou parando de olhar pro nada pensando que tem alguma coisa errada, tem. As poucos eu vou me recompondo e eu não faria nada disso sem vocês.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Pobre do meu blog, pobre. Eu só venho aqui pra dividir tristezas, das alegrias ele nunca fica sabendo.
Mas é pra isso que ele serve, né? É pra isso mesmo.
Eu tomei uma decisão e fui até o fim com ela, se foi a melhor escolha? Ainda não sei, veremos!
Segue!