segunda-feira, 30 de maio de 2011

Alguém ai sabe onde foi para a boa e velha Mariá? Alguém tem visto ela? Falado com ela? Por favor, se alguém  a viu, diz pra ela voltar, diz que todos nós sentimos saudades dela.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vou criando pequenas expectativas a curto prazo, expectativas com grandes possibilidades de darem certo. Essa pequena esperança unida com a quase certeza tem me deixado sob um estado de euforia e quase felicidade.
Quem não tem cão, caça com gato. Né?

terça-feira, 24 de maio de 2011

A ida da última das minhas crianças embora tem o peso de todos os outros tchaus que dei desde o final do ano passado, e credo, já fazem seis meses desde o primeiro deles. Hoje quando me preparo para abraçar forte e desejar boa sorte a ultimo dos moicanos eu me seguro para não chorar por todos os outros juntos.                                                                 A noite de hoje vai ser o fim de fato de uma fase incrível, uma fase que terminou mesmo a seis meses atrás, mas que hoje escreve sua frase derradeira. Uma fase em que me permiti ao mesmo tempo estender minha adolescência e também me sentir responsável por todas as “minhas crianças”. E quanto trabalho me deram hein!? Quantas vezes precisei dizer: “ Não bebe demais, sem me convidar”, “Não beija essa pessoa, sem me convidar”, “Não faz isso, sem me convidar”. Eles foram responsáveis por anos incríveis, anos que jamais serei capaz de esquecer e que jamais voltarão, momentos que não contaremos aos nossos filhos, mas nos orgulharemos pro resto de nossas vidas. Eu só posso desejar boa sorte e dizer pra ti Matheus Finger o que disse aos outros todos; Eu te amo, assim que der, volta pra mim.
Está acontecendo mais uma vez, e eu sinceramente espero que esteja seja a última, ao menos para tempos próximos. Bobagem minha achar que sei lidar com isso, posso até tentar, mas não consigo de fato. Acho que serve como aprendizado, mas ver mais um amigo partir, depois de tantos outros já terem partido, é sempre doído.
Boa sorte amor. =\

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Estar nessa situação é apunhalar a criança diariamente, pra quem sempre soube o que fazer. Pra quem sempre teve a resposta na ponta da língua e se não tinha sabia o que fazer pra resolver. Pra quem sempre esteve rodeada de gente e mesmo não sendo o centro das atenções sabia chamar a atenção pra si. Pra quem, sempre (ou quase sempre) dava um jeito de ter o que queria ter, e se não tivesse erguia a cabeça e ia procurar a outra coisa pra querer. Pra quem sempre teve um sorriso sarcástico de canto na boca e dominava a arte de ignorar o que não a interessava ou incomodava. Pra quem dava um dedo por uma boa briguinha. Pra quem acordava todo dia querendo abraçar o mundo e na madrugada do outro dia botava a cabeça no travesseiro certa de que estava fazendo a coisa certa, mesmo fazendo tudo errado.
Agora me permitam cantar Engenheiros; "Antigamente eu sabia exatamente o que fazer".
Muito provavelmente eu ainda saiba fazer tudo isso ai, a diferença é que aos poucos a arrogância me abandona.
Mas é segunda-feira, vestirei minha armadura e sairei as ruas torcendo pra voltar inteira pra casa no final da noite.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Um turbilhão de idéias, de emoções, de visões girando a milhares de km/h, tudo tão intenso, tão real e tão desesperador e confuso. Milhões de coisas pra dizer, pra escrever, pra dividir com vocês como sempre fiz, mas por hora a incapacidade de fazer aquilo que sempre me foi tão fácil, escrever. Me parece que tem mesmo algo de errado nessa minha vida hein. Ao invés de organizar idéias, catalogar fatos, expor sentimentos em meia dúzia de palavras, eu agora só sei ter medo de dormir sozinha e de ser incapaz de mudar o rumo da minha vida. Ante este fato só preciso de um pouco de paciência, concentração e perseverança, aos poucos tudo a de ser ajeitar. Assim espero.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Blé! Absolutamente indiferente a certas coisas, algumas dessas importantes. (Tá, mas se eu as acho importante então não sou indiferente a elas, né? Não sei.) O fato é que estou aqui parada enquanto devia estar correndo atrás de algumas coisas, e estou por que quero estar, por que, nesse momento penso ser melhor assim. Já deu o que tinha que dar.

domingo, 8 de maio de 2011

Ninguém vai chegar e preencher o espaço vazio que outrem deixou. Essa é a maior de nossas utopias de amor. Ninguém vai e nem tem obrigação de encaixar-se em um espaço pré-determinado e muito menos responder as tuas loucuras de amor romântico.
O que precisa ser feito, e essa é a parte mais difícil, penso eu, quando se quer ter alguém ao seu lado, é abrir um novo espaço. Um novo espaço sem molde, sem forma, pronto para ser preenchido por algo novo e desconhecido. Uma nova pessoa, um novo espaço.
Não se fecha espaços abertos assim tão facilmente, então se não puder fecha-los tente ao menos abrir um novo e deixa-lo a disposição, nunca se sabe o dia de amanhã.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A sensibilidade alheia tem me deixado pouco mais fria. Me parece, que quando há necessidade de se assumir papeis distintos, eu sempre acabo optando (me resignando) pelo lado racional. Sempre muito mais simples de se lidar, ao mesmo tempo em que é muito mais perigoso.
Não é que eu esteja lá sem sentir porra alguma, a diferença é que pouca coisa me afeta de fato, e digo sem falsa frieza, ela é bem real. Agora, se me afeta, me afeta valendo e eu vou me permitir sentir, seja lá o que for, em toda sua intensidade.

domingo, 1 de maio de 2011

Vamos começar essa história por dois fatos relevantes; eu nasci e você nasceu. Talvez não nessa ordem, mas é fato. Agora, o que aconteceu em nossas vidas no espaço de tempo entre você nascer e você nascer pra mim, é completamente desconhecido, e ignorado, devo dizer. Do exato momento em que nasceste pra mim algo a mais pareceu ter nascido também em mim. Não, não, estamos perdendo o foco, essa história não devia ter tomado esse rumo, eu estava falando sobre você e não sobre mim.
Mas espera... Como falar sobre você em mim e não falar sobre mim? Não dá.
Um terceiro e mais relevante fato segue agora: algum dia eu nasci pra ti? Não não, estou insegura. O que aconteceu na vida pra que você tivesse nascido pra mim e eu não tivesse nascido pra ti? Então quer dizer que mais alguém pode ter nascido ai pra ti e não foi eu? Então isso é mesmo possível? Parece que sim.
Ai chegamos ao quarto fato relevante; eu não nasci pra você. Naquele dia de primavera em que você apareceu pra mim, eu simplesmente não estava lá pra você.
Verdade número um da vida: sempre que for possível as coisas não darão certo pra você.
Eu ainda tenho que nascer, é isso?

Da série: "Olha o que eu achei nos meus cadernos/blogs velhos."