quarta-feira, 30 de junho de 2010

Mãe no tel:
- Comprei um Nike lindo pra te dar de aniversário preta!
- Ai mãe, nao precisava! - Super feliz eu.
- Mas é 35, só tinha esse. - Ela avisa.
- Mãe, eu uso 36, não vai servir. -Aviso.
- Ai que pena entao, vou ter que pegar pra mim.

¬¬
Claro mãe, senta lá. xP
Eu aliviada e to chocada e to revoltada!
Quem passou uns momentos comigo hoje sabe por que.

Conclusão:
Eu Mariá, prometo aqui solenemente nunca mais ser legal com ninguém assim.
Eu estava errada.
Pois é caros leitores, eu estava errada.
Tudo bem, eu posso errar, eu erro ás vezes.
Agora, estar errada e ainda não aproveitar é muito pior, MUITO pior!
Tudo bem, eu vou me recuperar. Eu consigo superar este baque, mas da próxima vez (se houver próxima) eu não perdoarei. Não mesmo!

Preciso trabalhar isto dentro de mim. (Ufa!)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Minha nossa, muito do além e muito foda estar conseguindo manter o bom humor e o otimismo nesses tempos difíceis. Vai ver por que a vida tem me recompensado. No momento em que abri mão de certas coisas, várias outras coisas novas surgiram, e eu curti. Consegui deixar de lado o que não me fazia bem, quem não me fazia bem.
Aprendi a canalizar, aprendi a selecionar, revi conceitos e reafirmei outros. Hora estava errada, hora estava certa.
Mudei de certa forma e de outras continuo tão igual quanto a meio ano atrás.
Não se muda cárater, não se muda personalidade. Muda-se jeitos de agir, de pensar.
Mudar, sempre.
Deus, se você existe, que um raio parta a minha cabeça ao meio por estar duvidando de você. AGORA!
Oi? Alo?
Pois é, eu tentei. (Viu só JP, não funciona.)
Mas enfim, não estou aqui para lhes falar sobre minhas teorias religiosas, estou aqui para pedir encarecidamente a esta força maior, seja ela qual for, que ao menos tenta dar ordenadas a este mundo, (e que convenhamos, não tem tido sucesso em tal missão) para que dê a imortalidade a duas “queridas” pessoas neste mundo.
Ó senhor que tudo sabe e tudo vê, poupe-nos da rasgação de seda e do puxassaquismo com os quais seremos instantaneamente fuzilados.
Pelé e Roberto Carlos imortais já! Eis a minha campanha.
Você estava lá, você lembra de como sofremos quando Michel Jackson bateu as botas, falaram tanto nele que todo mundo voltou a ouvir suas musicas, dançar suas coreografias, falar, falar e falar sem parar em como ele foi legal e blá blá blá. Eu confesso ter sido corrompida e passei a simpatizar com o cara, por tudo que ele fez pela música claro, por que nunca ‘perdoaria’ um negão deixar de ser um negão.
Agora realizem comigo, pensem bem. O dia em que essas duas figuras emblemáticas e populares vierem a óbito, tudo e todos no Brasil e também no mundo girara em torno disso. Televisão, rádio, jornal, internet (não! Ate nossa underground internet), tiozinho da padaria, o frentista, sua mãe. Todos! Meudeus, prevejo o inferno na terra. Meses de bombardeio, meses de informação inútil. Enjôo só de pensar. A não ser que neste tempo você resolva virar um eremita moderno ou algo assim e mudar-se para um lugar isolado e se comunicação com o mundo lá fora. Agora me parece tão interessante.
Eu que tenho um pé, ou até dois, na teoria de que tudo neste mundo faz parte de uma grande conspiração, tenho audácia de dizer que é bem capaz que eles morram enquanto alguma coisa(roubo) grande acontece neste pais. Eu não duvidaria de qualquer forma.
Portanto você, que antes de cair em sono profundo irá rezar, orar e afins para seu deus, pode e deve fazer-lhe um apelo;
“Imortalidade a Pelé e Roberto Carlos, por favor!”
Tenho certeza de que ele irá atendê-lo. :]
Pequena criança emburrada. Não faça essa careta, cara feia pra mim é fome, o que seus grandes quadris denunciam não ser o motivo para tal. Evite ter que ouvir o que não quer sair de minha boca em sua direção, minhas palavras não serão agradáveis e não serei nada simpática, te garanto.
Então, desfaça essa cara quando me vê, ela te deixa ainda menos apresentável. Baixe a cabeça, me ignore se assim achar melhor, mas me poupe de ter agüentar mais da sua existência e deixe quem PODE, ao contrario de você, ter o que quer, deixe as pessoas fazerem em paz o que bem entenderem.
Ok? Estamos combinadas?Querida. Sempre soube que existia bom senso por trás deste semblante amarrado
Teu cheiro ta na minha roupa, ta no meu pescoço, ta fixado nas minhas entranhas, como uma condição. Não sentir teu cheiro em mim, no ar, na minha camisa toda vez que abro o armário, é impossível. E toda vez que sinto, a sensação de êxtase é inevitável, como se pudesse te sentir aqui de novo. Dá medo.
Olha, eu não sei, não sei mesmo. Há muito tempo não sentia essa atração por alguém, como se existisse um imã entre nós. Há muito tempo eu não encontrava alguém com quem me encaixasse tão bem, tudo encaixa, tudo sabe onde estar e quando estar, como se pudéssemos adivinhar o querer do outro. Dá medo. Dá medo por que foge do controle, dá medo por que não é pra ser assim, não pode ser assim. Dá medo por que não é intencional, simplesmente acontece. Eu não sei não olhar e quando acho que não devia, você já está olhando. Dá medo.
E agora? E agora nada. Agora tudo vai continuar onde está e como está. Daqui em diante não há continuidade. Não.

domingo, 27 de junho de 2010

Fique bravo o quanto quizer, xingue quem bem entender, aponte o dedo na cara e cuspa se assim tiver vontade, esteja pronto pra dizer tudo que quiser, a hora que quiser. Chute quantas portas achar necessário na cara de alguém.
Mas esteja ciente de que alguém sempre pode ficar mais bravo que você, xingar mais do que você e estar preparado a enfiar a mão na sua cara e dizer muito mais do que você jamais teve coragem de fazer. Ciente de que atrás de cada porta que chutar pode estar alguém insubstituivel e que ninguém vai te trazer de volta o que você perdeu por ser um idiota.

é.
Que os bons ventos, que sabem o que fazem, levem você pra onde eu estiver. E quando chegar, que te façam ficar.

sábado, 26 de junho de 2010

Deixa-se a uma parte do que se tem para carregar uma parte do que se é. É troca, é convivio de experiências, poucas ou não, é parte de um começo que leva ao fim que todo mundo quer.
Constatação clara e nítida de que é diferente, mas sem saber o por que. Sem explicação.
Pois olha. Pela primeira vez em muito tempo, eu não sei o que dizer.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Paciência. Muita.
Eu olho pro meu pequeno e desarrumado quarto, tão desarrumado quarto. Olhei em volta e com um meio sorriso conclui que tenho nele tudo de que preciso por agora. Não, espera. Tem algo a mais aqui, tem algo aqui e agora que não tinha antes, que não tinha a algumas semanas atrás.
Nele agora habita um espécie de vazio gigantesco, como se faltasse algo de muita importância nele. Mas ta tudo aqui. Eu, a TV, o PC velho, o note, a cama, o armário, as roupas espalhadas, os tênis jogados, as folhas por todos os lados. Um estalo.
Falta você. No segundo seguinte ao que você ganhou território entrando aqui sem ao menos pedir licença, isso tudo já te pertencia. Depois das poucas horas passadas aqui então, você já fazia parte dele.
Hoje aqui no meu quarto, falta você. Falta você em baixos das minhas cobertas, em cima de mim. Falta você tentando me acordar, falta você pelo simples fato de ser você.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Só pode que é meu aniversário chegando, os dias em volta dele sempre são uma merda pra mim.
Sei lá, talvez por que os 21 que se aproximam começaram a pesar.
Me perdoem por eventual grosseria, mas realmente hoje não é um bom dia.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Eu posso segurar meu choro por mais um dia. Eu posso segurar meu choro por mais uma semana.
Eu posso segurar meu choro por muito mais tempo se assim se fazer necessário. Eu posso.
Eu ja segurei meu choro por tantos tempos até chegar aqui, firme e forte, como sempre.
Quero perder boas horas ao teu lado, mas não agora.
Agora eu não tenho hora pra perder.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Quando eles sofrem, eu morro um pouco também.
Quando eles choram, eu desidrato junto.
Quando eles não sabem onde ir, eu vou atrás.
Quando estão felizes, a felicidade não cabe em mim.

Quando eles precisam, eu esqueço de mim.

Eu sofri e me revoltei junto com a Juli, como se pudesse sentir cada uma cada lágrimas que ela derramou. Eu senti a dor em cada telefonema e mensagem.
Eu me remoi por dentro junto com o Digo, eu fiquei na dúvida também. Eu sofri a espectativa de um "sim" ou "não" junto com ele, em cada palavra que ele disse.
Eu sorri de orelha a orelha com a Gabi. Eu senti toda a esperança de um novo alguém, de um novo amor, e me enchi de alegria com ela.

Eu vivo por eles, eu vivo pra eles.
Eu amo eles.
E isso sim é pra sempre.
Eu nunca disse que nao tinha medo. Eu nunca disse que ia ser tudo diferente dessa vez. Por que toda vez diferente da anterior, mesmo que seja igual e mesmo que seja pra sempre. É sempre diferente.
Eu tenho medo. Eu convivo com ele diariamente.É por ele que estou aqui viva hoje lhes escrevendo essas bobagens. Por causa do medo eu não bebi o gole antes do coma, eu não atravessei a rua antes do ônibus, eu não usei a antes da over.
Eu nunca prometi não ter medo. Eu nunca prometi nada que pudesse cumprir.
Procurei em baixos da minhas cobertas algumas razões. Revirei minha gaveta de meias em busca de explicações. Nada.
Afinal, onde deixei minhas verdades mais escondidas? Eu não sei, não sei. A tanto tempo não penso em dá-las para alguém que acho que elas foram jogadas no lixo junto com aquela caixa de papéis velhos. Será? HM
Eu não duvidaria.
Seria esse um sinal claro de que não devo faze-lo? ¬¬
Eu que sei, eu que sei.
Vou continuar catando. Talvez elas tenham entrado sem querer na caixa de mantas ou caido no vão entre a cama e a parede. Eu acharei.

sábado, 19 de junho de 2010

Pensei que iria me causar uma reação alergica repentina, que eu iria tremer feito vara verde, que eu iria ter um súbito ataque de asma(e eu nem tenho asma). Pensei que iria ficar roxa, verde, que iria sei la, cair dura no chão. Mas não, eu tive a reação de quem tomou um susto e no instante seguinte eu apenas sorri simpática e tomei mais um gole de café.
Superação. Yeah!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Telefone.
- Precisava falar contigo. - O interlocutor.
- Quando eu precisei você não atendeu. - A Mariá.
- Agora não. Por favor. - Tom choroso.
- Nunca é hora quando é a minha hora de reclamar.
- Só precisava te ouvir.
- Eu falo.
- "Quando você não tiver mais onde ir, eu serei o teu lugar..."
- Meudeus. - Pasmei.
- " Quando fores cair, eu serei teu chão."
Juntos:
- "Quando não houver mais o que dizer, faremos de nós o silêncio. Quando você quiser ir, serei a mão a te acompanhar. Quando não houver mais motivos para chorar, farei de mim mais um. Enquanto houver distância e amor, nós seremos um só."

Silêncio.
As pessoas podem dizer que é teimosia da minha parte, dizer que eu não deveria ser tão dura no meu ponto de vista desta situação. Não, não mesmo. Não desta vez.
Tomar posição diferente da que tomei vai contra tudo o que m ensinaram, contra tudo em que acredito, contra tudo que prezo. E sinceramente, se isso não faz muita diferença pra vocês, então não vejo motivos pra lhes considerar como amigos.
Todos temos desvios de caráter, temos falhas, ninguém é perfeito. Mas pra salvar tudo isso existe o bom senso, o velho bom senso. Ninguem aqui é tão coitado que não consiga pensar por si próprio, ninguém aqui sofreu tanto a ponto de precisar ser perdoado por tudo, até pelas piores coisas.
Eu sei o que falam e tem uma vaga idéia do que falarão depois disso. Mas não estou errada e até que me provem o contrário não mudarei de idéia.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

"Não é assim xxxxxxx"
E adianta falar? Claro que não, não adiantar falar. Não adianta discutir, nem brigar, não adianta. Alias, nem se eu aparecesse nua com a frase "Não é bem assim" escrita nas nádegas ia adiantar.
Então?
Ora bolas! Então paciência. Muita paciência.

Preciso parar de tentar proteger as pessoas da vida. Eu já sofri, eles também sofrerão, é inevitável. Preciso entender que ninguém vai aprender com meus erros a não ser eu mesma e preciso parar de tentar impedi-las de fazer coisas que as machuquem ou façam mal. Até parece que vou sofrer tudo de novo, por que vou mesmo, se eles sofrerem.

Eu não mais discutir com você, eu não vou mais. Eu vou te abraçar e te beijar pra te fazer calar a boca, se tu deixar.
A cada palavra contrária as minhas que você disser eu lhe darei um beijo. Promessa.

[Morri te beijando]

terça-feira, 15 de junho de 2010

Feliz aniversário Marinão!!
AEAEAE!

*_*
"Não me arrepender do que falei. A vida me tornou assim."

Hevo 84

poisé.
Ontem quando cheguei em casa fiquei sabendo de uma coisa e na hora o sangue ferveu. Precisei então tomar uma decisão quando questionada sobre o assunto e brandi um "VAIAMERDA!" Devia ter saido porta a fora e ir lá bater na cara dela, mas me contive, como uma boa dama faz. Peguei meu celular e escrevi uma longa mensagem. A mensagem que continha trechos de revolta e outros de decepção não teve resposta, mas na real eu não esperava resposta. Caráter não é uma coisa que pode ser esperada de todos, alias, só de pouquissimas pessoas.

Lealdade. Isso não tem preço, não importa quantos "CD's" lhe oferecerem.
Você teve trecos hoje vendo o terrível e decepcionante jogo da seleção brasileira de futebol?
Dê parabéns pra mim! Dê parabéns pra mim! Eu dormi! x]
Dormi e dormi!
Só acordei com o Galvão gritando primeiro gol e com o vizinho cornetiando alguém imaginário, já que não conheço nenhum norte coreano num raio de 300 km. Vai saber.

Mas entao, eu me prestei a ver os videos do jogo, ja que so acordei aos 44 do segundo tempo, e convenhamos, que time ruim! Putamerda!

E amanha tem jogo da Africa! AEAEAE! \o/

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Revelar as fotos que tiramos e ninguém sabia. (8)

Quero nossas fotos, perdi todas.
O aperfeiçoamento da técnica me leva a exigir a quase perfeição alheia.
É, eu ando muito exigente pra certas coisas. ¬¬
Tenho acompanhado tanto nossa seleção de futebol, quanto um Ilhama acompanha partidas de baseball. Tudo bem. Vocês brasileiros fanáticos irão me esquartejar? Á vontade.
Eu acompanho a copa do mundo no geral, eu sei quem joga, contra quem, o jogador destaque de cada equipe, coisas assim, nada de mais.
A seleção passou despercebida por mim depois que li “Grafite” na escalação, além é claro de passar a ignorar completamente depois de não ler “Vitor” na escalação. Chega, larguei de mão.
Adotei então minha seleção fofura, minha mimimimi dessa copa, a querida, simpática e sofrida África do Sul. AEAEA! *_* Quero realmente que eles ganhem, apesar de achar que a Espanha vai levar a taça. ¬¬
Paciência, se os Bafana Bafana ganharem eu fico feliz, se a Espanha ganhar eu fico Feliz, se o Brasil ganhar eu fico feliz também por que provavelmente estarei bêbada. Amém.

Alias, o único bom motivo pra se assistir televisão nesta época é o ótimo programa “Central da Copa”. Mió coisa que fizeram. Apesar de ser domingo e depois do fantástico. (Y) Podiam botar no lugar do Faustão.
E, claro sem esquecer de mencionar que a melhor coisa de toda a copa até agora foi a Shakira. Óbvio!
Sempre digo, e sempre direi, que as surpresas mais loucas acontecem nos dias mais normais. Um sábado normal, beber, rir, conversar, conhecer gente nova, fumar um narguilé. Normal, legal, divertido.
Mas não, normal não. Não este sábado. Este sábado teve um Q a mais, um tempero, um clima diferente. Eu tinha dos meus ali apenas 4 e ao redor um mar de gente desconhecida, senti-me de inicio como se estivesse recuada, tímida até, eu me cerquei dos meus, um a cada lado, um abraço, um carinho pra me sentir acolhida, segura. Nesse meio tempo, de respostas curtas e tiradas meio sem graça, me vi observando um por um, como sempre faço, me vi tirando conclusões precipitadas e cheias de preconceito. E nem é por mal, é mania, como se precisasse olhar cada desconhecido ali e absorver deles algum gesto, algum tique, alguma coisa pessoal e transferível.
Os momentos que se seguiram depois da reclusão foram de alivio, em certos pontos eu estava errada, completamente errada (não contem a ninguém), acabando com pré – conceitos recém adquiridos, eu já me via maravilhada com quem antes se quer dei importância. Surpreendi-me, e desta vez as boas surpresas foram muitos maiores do que as expectativas decepcionantes. Abri um sorriso gigante, de orelha a orelha, não importava o que pudesse acontecer dali em diante, eu me senti em casa, estávamos entre iguais no fim das contas.
O playboy marrento, na verdade é um metaleiro gente boa, a mina toda antipática, na verdade só é um pouco tímida, o cara engraçado é realmente engraçado e a minazinha toda atirada na verdade namora e é realmente apaixonada.
Eu já tinha tido tudo que queria para a noite, tudo que havia planejado ter. Objetivo alcançado enfim. Mas você, ser humano pensante sabe bem que,( há não ser que você seja tão ambicioso quanto um pé de mesa, claro) no momento em que concretizamos um desejo milhões de outros tomam seu lugar. Nunca estamos satisfeitos! Ainda bem! E concretizei, um objetivo após o outro, coisas bobas, mas que de momento me faziam sentir assim, (inflei o peito) bem, muito bem!
Até que aconteceu. A porta se abriu e junto com a corrente de vento frio, veio de fora o que se tornaria por hora a minha obsessão e bem sei o que acontece quando tenho uma, não sossego até conseguir. Eu congelei sem sentir frio, eu segurei pra não babar e me juntei a massa que gritava ensandecida. É, eu não era a única ali que queria. Tudo bem, estou acostumada a concorrência, ela me estimula, revigora, e além do mais exclusividade ta fora de moda hoje em dia. Eu não soube mais não olhar, sob leve efeito do álcool, eu não soube mais disfarçar que pretendia ter novamente o que já tive e sim, era recíproco. Sem ação, sem coragem, eu cochichei para meu anjo, meu faz tudo, meu apoio, minha alegria, minha preocupação e cuidado maior: “Eu quero” e ele me respondeu de imediato: “Eu consigo”. Menos de dois minutos depois estava tudo resolvido, só faltava à oportunidade, e como vocês bem sabem nos fazemos a oportunidade, não ela nos faz, com a ajuda do Jack, claro. ;)
Aquele fora meu momento de êxtase, o melhor de todos os ótimos momentos vividos aquela noite. Naquele canto que pretendia ser discreto, mas não tinha real preocupação em ser, eu senti de novo, e agora com mais calma,com mais cuidado, com maior intensidade o gosto, o cheiro, e por deus! Como é bom. [babei]
Fica fica, não vai. Mais um beijo, só mais um!
Chega! Deu! Não pode, não pode! Obsessão vencida.
Ufa!

Ah! E por fim, precisei desiludir um coração cheio de esperanças, dizendo:
“ Sério véi. Desencana. Trabalha isso dentro de ti, não vai ser como tu ta pensando.”
É meu amigo, não vai mesmo. :]

De resto, imaginem, ou não. É necessário muita criatividade, muita, pra imaginar aquele sábado a noite.
Feliz noite dos solteiros!

domingo, 13 de junho de 2010

Amanha eu posto sobre ontem. ;)

So tenho a dizer que o dia pode ter sido dos namorados, mas a noite realmente foi dos solteiros.

OI? Você por aqui?! xP

sábado, 12 de junho de 2010

Antes tarde do que nunca descobrir com quem estou lidando.

Meus cabelos já estão brancos de tanto saber, mas eu pretendo arriscar mais uma vez, so mais uma vez.

Feliz dia dos namorados.
Muito amor, muito sexo, muito beijo na boca.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Eu pensei em te ligar. Depois pensei em mandar uma mensagem
Escrevi a mensagem, selecionei o contato e paralizei na tela que confirmava seu envio. Pensei, repensei e pensei de novo.
Botei numa balança os pontos negativos e positivos de concretizar. E por fim achei melhor não faze-lo.
Por mais que eu precise dizer que sinto sua falta, talvez essa não seja a hora pra você saber disso.
Eu sinto sua falta. Sempre senti e sempre vou sentir.

O que o tempo nunca vai apagar.

terça-feira, 8 de junho de 2010

As pessoas se entregam o tempo todo, eu o faço também. Mas ninguém, ou poucos notam isso.
A todo momento deixamos coisas escaparem, sentimentos, pensamentos, desejos.
Uma vez ou outra eu os pego no ar e dae tá feito o estrago.
Eu me curei de todos meus fracassos amorosos. Depois de chorar, de espernear, de me enclausurar. Depois da depressão pós-termino, depois do amor plantônico sem começo ou fim. Depois de tudo isso, eu levantei, erguei a cabeça. As feridas cicatrizaram, a vida continuou.
Mas nunca, por nenhuma vez eu fui capaz de superar a perda de um amigo, e quando digo perda, falo sobre todo tipo de perda. Por motivos ainda não estabelecidos alguns deles simplesmente não estão mais aqui ao meu lado como antes, como amigos.
São como ex-amigos. =\
Eu carrego a dor latente de cada um deles, cada um desses "ex-amigos". Carrego-os como peso que nunca alivia.
Eu não quero voltar atrás, eu não quero fazer diferente. Eu quero ser e estar exatamente aqui e agora, com quem e como estou. É difícil de entender, é fácil de se viver. Nem tudo precisa de explicação. Alias, quase nada do que se explica precisa mesmo de explicação. A vida não é matemática como parece ser, não há resultado para cada equação realizada, há sempre infinitas possibilidades para tudo. A vida não é exata, é humana, é filosófica. Nunca gostei de matemática, talvez por que sempre apreciei a incerteza de um ser humano muito mais do que os traços certos de um número.
Todos nós, por motivos evidentes ou não, temos direito de mudar de idéia, de querer fazer diferente do que se fez, de voltar atrás. Apesar de não faze-lo, não o considero fraqueza, quem se permite nunca é fraco.
Se for do seu desejo voltar atrás, eu espero que você tenha certeza do que faz e seja capaz de assumir os riscos que irá correr, por que sim, nada será fácil pra você. Melhor, nada será possível pra você. ;)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Não posso negar que sinto certo prazer com essa situação. ;]
Mas bem pouquinho, como se fosse uma vingançinha sem muitas consequencias.
Que os bons ventos me tragam você. Está muito frio, a temperatura, as pessoas, os sentimentos, o mundo.
Vem com o andar manso e elegante, com um sorriso de canto. Teu cabelo brigando com o vento em frente a teu rosto. Casacos, cachecol, luvas, óculos escuros contra o sol da manha. Minhas manhas de inverno mais bonitas com você.
Suspirei fundo, estava muito perto de mim. Tremi.
Estendeu a mão pra mim a segurei. Sorriso.
Andamos lado a lado pelo que parece anos. São anos. Vivemos lado a lado por anos, mesmo não estando realmente ao meu lado. Em nenhuma das noites mais frias de solidão eu estive sozinha. Em nenhum dos momentos de desespero solitário, eu estive só.

Atrás de mim, com os braços entrelaçados na altura dos meus ombros, a boca colada hora ao meu rosto hora a meu ouvido, a voz rouca dizendo baixinho tudo aquilo que estávamos carecas de saber.
- Eu nunca vou te deixar. Nunca. Nada nem ninguém vai me fazer não pensar em você todos os dias da minha vida. Nada vai me impedir de lembrar o teu rosto assim que eu acordar e antes de fechar os olhos. Por nenhum gosto do mundo eu vou me esquecer do teu. Por nenhum perfume já sentido o teu se apagará do meu olfato. Minha certeza absoluta de que o amor existe e existindo por você e com você, é eterno. Os melhores dois minutos de companhia, os melhores 3 dias de espera por ela. Meu choro mais doido, meu riso mais sincero, meu prazer mais intenso, meu ciúme mais cego, minha vida mais completa. Vamos nos deixar, antes que o mundo nos deixe, antes que...
- Eu não quero explicações. – Intervi.
- Minha última manhã contigo. Minha última... Eu não sei como vai ser sem você.
- Tu não me perdeu.
- Eu sei, mas sem você do lado é tudo tão falho, tudo tão... Hum. – Um abraço apertado.
- Com quem eu vou fugir agora? Pra quem eu vou desligar o celular e fingir que não existe mundo? Quem vai me fazer passar um sábado a noite na cama? Quem vai me raptar no meio da manha?
- Eu vou. Eu vou, mesmo que não esteja mais aqui.
Me virei. Percorri com a ponta dos dedos o caminho entre teu umbigo e pescoço. Um raio de sol fino e quente invadia o quarto e se atrevia sobre os lençóis. Cerrei os olhos quando ele me atingiu o rosto e assim, meio sem visão, procurei o teu rosto tomado por um sorriso gigante, uma luz independente. Sorri.
Me arrastei até altura de teu rosto. Centímetros insignificantes separavam-nos. Senti teu hálito, senti tua respiração lenta, reconheci como meu cada traço daquele rosto sob o feixe de luz.
- Minhas manhas de inverno são tuas.
- Minhas manhas de inverno são tuas.
O que acontece quando alguém muda?
Não, não só muda, se transforma completamente?
A impressão que se tem é que naquele corpo não habita mais quem você conheceu. Outro alguém tomou seu lugar, outro alguém distante da sua realidade, da sua vida.
Aquele rosto antes tão amigável e conhecido, agora não passa de um estranho. Um estranho de toque gélido, de dizeres frios, de vida oposta a sua.
O problema não é a mudança. Todos mudamos o tempo todo, mas na maioria das vezes mudamos juntos. Às vezes alguém muda pro outro lado, e não há como acompanhar. Depois não vai mais haver espaço pra você, depois não vai mais haver vinculo com você.
Um estranho. Um estranho que de alguma forma você ainda ama, você considera, você quer bem, mas um estranho.
Uma conversa sensata com alguém que, apesar de não ver ou falar sempre gosto muito.
- Olha como é bonito o pôr-do-sol da minha fazenda. – Comentei.
- Bonito mesmo. – Concordou.
- Me dá mais um mate. – Pedi. – Meu deus! Tu se derramou de novo sua anta! – Ri.
- Ai droga, sou um pouco desastrada. – Limpando-se
- Percebi.
Silencio.
- Foi louco ontem ne? – Comentou
- Sempre é. Toda vez é muito louco. – Refleti.
- Até quando? Até quando vai ser assim? – Perguntou dando ao papo um tom sério.
- Até que alguém ou alguma coisa que valha a pena me faça parar.
- Ui. Forte isso.
- É pra ser. Tem que ser forte. – Ri.
- Tá certo. Meu mate agora.
O que sobra do amor depois das 8 da manha?
O que sobra do amor depois que música para, a bebida acaba, a noite se vai?
Depois que o sol nasce tímido em meio ao semi-breu frio e vazio de uma noite de festa?
O que sobra do amor? Onde foi parar o amor? Onde deixamos o amor?
Como se ele fosse algo retrátil e pequeno, nós o guardamos no fundo do armário enquanto enchemos a cara de maquiagem e vestimos nossas melhores roupas.
- Fica aqui, de manha eu volto ta?

Confiança, disposição, frieza, desejo super exposto. Noite. Hormônios incontroláveis, nada precisa fazer muito sentido.
Não há amor, não há muito mais do que consideração pelas próprias vontades.
Eu quero beijar, eu quero beijar, eu quero tocar, eu quero sentir, eu quero provar, eu quero esquecer.
Amanha tudo isso aqui será uma grande piada, uma grande risada, uma grande e interessante parte da vida solteira que se leva, que todo mundo ama, que quem não tem fala mal e quem tem não quer lagar de jeito nenhum.
As 8 da manha tiraremos nossa maquiagem, botaremos nossos pijamas, entraremos de baixo das nossas cobertas, acompanhadas ou não, e de baixo de nossos travesseiros o amor nos espera pronto pra nos receber, pra nos acolher, pronto pra nos fazer voltar a realidade.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

- Mariá, ou as pessoas te amam ou te conhecem. - Refletiu
- Humm. É. Salvo minha véia. - Concordei distraida.
- Sério. É impossivel te amar te conhecendo. Tu é tipo um monstro assim. - Exagerou no celular. Afastei-o do ouvido.
- Não grita! - Xinguei. - E tu? Me ama ou me conhece? - Questionei.
- Nenhum dos dois. Eu quase te amo e quase te conheço.
- Então como tu sabe que sou um monstro? - Indaguei.
- Por que eu sei.
- SEEEEMPRE sabe de tudo ne?
- De ti, quase tudo.

Então tá. :p
Me questionei dias atrás;
Seria Jack o homem da minha vida? HM
Seria ele, quem completaria minha existência terrena, minhas tardes de domingo, minhas noites de sábado? Seria? Seria?
Seria ele o braço forte a me amparar e me abraçar? Seria ele então, o perfeito pai para meus filhos?
É possível, é completamente possível.
Um homem que beija tão bem assim, só pode ser o homem da minha vida. ;)
Eu teria milhoes de motivos pra me arriscar com você. Mas eu só tenho um pra não fazê-lo.
Eu não cairei nesta esparrela, como da última vez, não dessa vez.

Por que na verdade, precisaremos de 150% de certeza pra qualquer coisa, e eu tenho 149% de certeza. Já mais do que da útlima vez, mas ainda não é 150%.

Paciência.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Você mentiu pra mim. E essa não é a pior parte, eu também menti pra ti.
O problema é que você mentiu e eu descobri T-U-D-O.
Eu menti, você não descobriu. Agora descobriu, mas nunca vai saber do que se trata. ;)
Sinceramente, eu esperava mais de alguém que exalava tanta auto confiança.

Decepção. Vai fazer, faz direito, cabação. ;)
Eu preciso de toque, preciso de contato. Preciso do efeito de uma pele na minha, preciso sentir o arrepio que sobe quando existe a tal da "quimica". Ela existe?
Eu preciso suar sem cobertas no meio do inverno mais frio. Não quero roupas no clima que mais as requesita.
Sim, eu quero conhecer o que ainda nao conheço, saber o gosto que tem, como que faz e onde faz.
Preciso de intensidade e calor humano neste inverno.
Humano.