domingo, 31 de janeiro de 2010

Por que eu vou sempre tremer quando te ver passar do outro lado da rua? Por que eu vou me culpar eternamente pela aquela noite quente de novembro? Meu desespero, teu choro, nosso fim.
Eu não te amo mais, isso é mais do que certo pra mim. Mas então por que esse sentimento encomodo, como se algo faltasse pra por um fim definitivo nessa história que já acabou a muito tempo? Eu devia ter ido atrás e ter dito tudo o que tinha pra dizer, mas eu não fui. Esse é o problema, eu não fui. Eu preferi ficar no alto do meu pedestal posando de vítima, coisa que nunca fui.
Eu não quero uma segunda chance, eu não quero nada disso. Eu só quero ter a chance de dizer aquilo tudo que a anos está aqui entalado na garganta me encomodando.
Eu ainda vou atravessar a rua quando te ver passando, te parar e dizer sem mais explicações tudo que sempre quis, depois disso voltarei pro meu lado da rua e a vida vai seguir boa como está.
Sem mais assuntos inacabados.
Eu não gosto de roupas. Ainda mais nesse calor.
Eu uso o mínimo de roupas permitido pelo bom senso. Top e cueca são minhas roupas de verão favoritas e eu não to nem ai.
Viva o naturalismo!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Confesso minha surpresa ao ver a forma natural que Bial e outros participantes tratam a homossexualidade no BBB 10. Não que eu esperasse hostilidade ou diferença no tratamento deles,mas mesmo assim a minha surpresa foi boa.
Não saberia escrever alguma coisa que expressasse de forma correta o orgulho que sinto do meu povo brasileiro, que aos poucos e lentamente, mas não interessa a velocidade e sim seu efeito, começa a ver e conviver com homossexuais da forma como todos merecem, sem diferenças.Em dois dias as "beeshas" da casa conseguiram quebrar um tabu de anos em novelas , eles deram um selinho. E qual é o problema a final? É só um selinho, um ato de carinho entre duas pessoas. Mas o problema não é o ato em si, é a atitude, foi a forma como eles fizeram, espontânea, sem maldade, sem pretensões de chocar ou sei la o que. Eu penso.
No pais em que vivemos, onde a televisão tem muita influência sobre o povo, mais especificamente a globo, as pessoas sem muito informação fora a televisão só começarão a respeitar os diferentes tipos de pessoas quando ela lhes der acesso a isso. A globo tem um poder de dominação e formação de opinião imenso, é bom que comece a usar isso para o bem.
As coisas não são assim tão complicadas quanto parecem, quer dizer, é preciso um pouco de boa vontade de quem "comanda" pra mostrar que nem todo gay é escandaloso e nem toda lésbica é masculinizada. É a base para quebrar qualquer preconceito, penso eu, mostrar a realidade.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Uma Mariá a ponto de explodir manda saudações.
Minha paciência está por um triz de explodir e eu sair xingando deus e o mundo. E eu nem sei por que.
Tá, tentarei me acalmar. Adios.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Eu estive pensando (o que já é um começo) sobre o ano que passou e depois de toda a nostalgia pelos bons momentos, que não foram poucos, eu senti uma pontadinha no peito, alguma coisa faltando parece.
Os meses passados foram hospedeiros da maiores decepções da minha vida, eu "perdi" pessoas que considerava como grandes amigos, eu quebrei a cara uma ou duas vezes por causa de pseudos romances, eu me senti sozinha como nunca antes havia sentido, e realmente estava. Lutei contra meus maiores medos e até ganhei de alguns, eu comecei a aprender a controlar meus impulsos e desejos auto-destrutivos e sofri com isso, parece que ainda não consigo lidar com meus próprios "nãos".
Eu reaprendia chorar.
Intenso. Eu gosto de intensidade. Fora tempos intensos, mas não completos, e nunca haverá um.
Eu senti falta de algo, eu senti falta de uma sentimento. Pode? Se eu sinto pode ?
Eu me acomodei. O que parece, ás vezes, é que eu estive tão acostumada a receber amor que me tornei incapaz de amar. Isso não faz sentido. Mas o que faz afinal?
Isso aqui não é Skins e eu não vou bater em portas alheias de madrugada pedindo amor. Eu não vou. Mas por que não? Eu estive sempre tão disposta a viver aqueles sentimentos que não cabiam no peito. Disposta a pequenas loucas mudanças na minha vida. Mas falta alguma coisa ainda assim e isso não depende de ninguém.
Eu escrevi a alguns meses; "Eu preciso sentir algo a mais do que apenas gostar de alguém."
E eu ainda preciso, é isso que falta.
Agradeço aos bons amigos conquistados, as belas companhias e por aprender que todo mundo tem seus próprios motivos e que eles sempre serão mais fortes do que dos outros, não importa o que se faça. Eu aprendi tantas coisas. Eu fui a lugares estranhos e maravilhosos. Eu conheci pessoas diferentes e maravilhosas, e ouvi impressionada suas histórias de vida distorcidas, alegres e sofridas, seus 4 filhos, seus maridos presos, suas escolhas incomuns.
Escolhas incomuns, em busca de um objetivo comum, ser feliz.
Eu sou feliz.
Sabe, eu não me arrependo de nenhum segundo d0s últimos tempos, ou melhor, me arrependo de não ter roubado um beijo naquela noite quente de outubro. E não é por nada, é só pra não ficar hoje me perguntando o por que de não ter feito, só isso.
Então que seja, que comece mais um ano(por que o ano começa depois do carnaval), e que venha tudo que tiver que vir, eu vou estar de peito aberto pra tudo, sem hesitar em chorar, sem me negar de sorrir.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Por vezes eu tenho medo do alcance e efeito que as palavras que escrevo aqui teem sobre as pessoas. Penso se de alguma forma sou capaz de mudar um ponto de vista com esses textos despretensiosos, sim, eles são.
A minha pretensão é apenas escrever.
Mas eu tenho muito claro em minha mente que saber usar as palavras de forma certa, é capaz de influenciar, de até de certa maneira manipular algumas coisas.
Agradeço pelo dom.
Quando voltava pra casa semana passada, passei por Cascavel-PR e me toquei que aquela foi a menor distância, física, que eu estive da Mah nos últimos 6 ou 7 meses. E é estranho por que eu nunca havia pensado nisso antes, sei lá por que, ela tava sempre em algum lugar que eu nao sabia onde era e tals.
Ai, la dentro do bus eu lembrei de uma coisa que aconteceu dias antes.
Eu e o pai subiamos a serra de São Sebastião de carro pra comprar algumas coisas. Eu tava entretida com uma fitinhas que amarrava no pulso direito, e por uma vontade do nada eu quis tirar a pulseira do punho esquerdo e pensei alto:
- Vou tirar esse bagulho aqui. - E começei a desfazer o primeiro nó.
- Vai tirar por que? - Pai pergunta
- Por que não quero mais.
- Humm. Mas de onde tu tem isso? - Pai puxando papo é tudo.
- Eu ganhei de uma amiga. - Forçando o segundo nó
- Se tu ganhou de uma amiga deve significar alguma coisa, não tira. - Conclusivo.
Parei e pensei; "É, deve significar alguma coisa."
O personagem mais louco da minha vida nos últimos tempos está aqui amarrado a mim, e eu não vou me livrar dele tão cedo assim.
Eu abro meu orkut hoje, e como faço todo dia vou verificar quem andou futricando nele, tipo, eu não me importo tá ali pra ser visto né? Não é pra isso que todo mundo tem orkut, pra ser visto? Então, 146 visitantes, o que eles veem ver eu ainda não sei, mas eles veem. Abri link dos nomes de quem não conhecia e vi um já bem conhecido, o nome, não a pessoa, e por um momento eu tive vontade clicar nele, ir lá deixar um recado e tentar dizer que eu sou legal e não quero de forma alguma atrapalhar sua vida, por que ela faz uma pessoa que eu amo muito, ser feliz, então ela não pode de forma alguma ser ruim. Mas...
Paciência.
Eu estou escrevendo uma história, faz tempo já, e eu tinha em mente uma coisa, uma linha de raciocínio que seria seguida até o fim, que é a seguinte: Persongem A, namora B, mas gosta de C, sabe né o de sempre, triangulos amorosos e tals. Só que algo aconteceu, não sei dizer como por que foi de modo natural, mas eu criei o B de um jeito tão fofo, tão querido, tão apaixonante que agora seria uma injustiça separar o casal, entende? Eu e o A nos apaixonamos pelo B, sério.
Eu relia a história desde seus primórdios e percebi uma coisa que me chocou, eu não posso simplesmente separa-los, eu preciso de um motivo forte e irreversível pra mante-los juntos ou separa-los. E num momento de desespero, a única coisa que me passou pela cabeça é matar um deles. Ainda não sei quem será, ainda não sei como será, ainda não sei se terei coragem de faze-lo. Eu os criei, eles tem forma pra mim, personalidade, jeitos de ser, temperamentos, manias e eu me envolvo com eles, sofro com eles, como eles sofrem comigo.
Tô triste com isso, preciso achar uma solução.


Isso aqui tá abandonado né, putz.
Desculpas ae pra quem sempre entra pra ler minhas bobagens, assim que possível postarei algo de decente, por que por hoje é só isso.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Eu não saberia expressar em palavras esse tipo de sentimento. Talvez em gestos, mas daí socaria muitos rostos por ai a fora. Não dá certo.
Não sei, não sei mesmo como dizer o que quero dizer. Já estou aqui a muitos minutos olhando pra esse monitor sem conseguir escrever algo que seja útil pra esse momento.
Decepção.
Quando tu acha que tem uma certeza, uma certeza forte e inabalável, é por que ela simplesmente não existe.
Acho que é isso. Sem mais.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Eu estou em Maresias - SP e estou estressada de mais pra falar sobre qualquer coisa terrena. (H)
Fiquem bem.
beijos

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O dia em que minha bunda salvou minha vida

É real, o título é real.
Explicarei então.
Nós vamos viajar, somos 6, duas crianças e 4 adultos em um carro. Sim, sabemos que isso é ilegal, mas! Então, pai dirige, Leila atrás com as crianças e havia uma dúvida, uma dúvida cruel; eu ou Aline na frente?(Aline é afilhada da Leila.) Estavam pai e Leila discutindo este ponto, enquanto uma Mariá apreensiva observava torcendo para ser a escolhida para ir na frente. vários pontos foram levantados, os nênes se dão melhor comigo e tals, e outras coisas mais. Ai, veio o momento que decidiu tudo, Leila falou pensativa: - Talvez fosse melhor Aline ir, ela é maior.
Qual é?! Qualquer um é maior do que eu!
O pai já começava a se render quando eu, em um último e desesperado ato falei:
- Ela é maior, mas eu sou mais larga, tenho a bunda bem maior, vai ficar apertado. - E ri de canto. Pai riu também sacando de momento a esperteza da filha que tem.
- É verdade, Aline vai atrás comigo. - Leila deu o assunto por encerrado.
Obrigada bunda grande, por salvar minha vida, por me livrar de um aperto que duraria mais de 1000km, obrigada!


Fiquem bem, demorarei a postar novamente.
Vasculhar textos antigos tem sido uma diversão sem tamanho nesses dias, e olha só a preciosidade que eu achei. :)

Eu já tinha vivido muitas madrugadas, madrugadas de mais, acompanhada ou não. Mas, nenhuma madrugada podia ser comparada a aqueles minutos que eu havia vivido até ali, até aquele momento derradeiro em que eu abri os olhos e vi quase dentro dos meus, os teus olhos. Eu me ceguei por um momento com a luz que saia deles, tão escuros, mas ao mesmo tempo irradiando um tipo de luz não-humana, que eu nunca seria capaz de descrever. Levantei a cabeça lentamente e fiz nossos lábios se roçarem, virando o meu inferior do avesso. Você entrelaçou seus dedos nos meus e se apoiou sobre minhas mãos.
- Agora tu não foge mais. - Me disse com um meio sorriso me prendendo em baixo de ti. Eu apenas sorri, completamente embasbacada com aquilo tudo. Nos encaramos por alguns segundos, segundos eternos. Um arrepio percorreu toda a extenção da minha espinha, me fazendo tremer, me dizendo que era agora ou nunca. Forcei seus braços que cederam de imediato e girei meu corpo por cima do seu, no segundo seguinte minha boca se encaminhava nervosa para a sua, minhas trêmulas e imprecisas mãos percorreram seu corpo tentando cobrir a maior extensão possível. Agitação, pressa, impaciência de tirar tudo e qualquer coisa que estivesse entre o seu corpo e o meu, que me impedisse de sentir o efeito da tua pele em mim.
- Calma...- Eu ouvi você sussurrar e tentei fazer o que me pedia.
- Vem cá... - Foi a última coisa que lembro de ter ouvido, no segundo seguinte eu fui puxada por uma mão e milhões de outros fatores para a tua boca e lá, lá eu não sei, eu me perdi por tempo indeterminado. Como se eu estivesse provando do paraíso e ele fosse aqui na terra, ali naquela cama, ali naqueles braços de força sobrenatural e carinho infinito. O mundo apartir dali foi cheiro, gosto, sons, sentidos, toque. Teu cheiro, teu gosto, teus sons, teus sentidos, teu toque. Apartir dali foi só NÓS e isso já diz tudo.

Mariá cabacinho, Mariá cabacinho! xP
Óbvio que fiz alterações, mas foram poucas.

Ah, comentem, quero saber o que vocês tem a dizer sobre os textos.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Diferenças Culturais

Eu gosto de diferenças culturais, elas são excitantes, dá vontade de experimentar, dá vontade de saber mais. Aqui é assim, a cultura chinesa e japonesa é bem forte e influencia principalmente na comida(AMO), também tem a inegável mistura com a cultura paraguaia já que são irmãos com fronteira seca, então o sotaque, a culinária, os modos no geral são parecidos aqui.
Agora, existe uma coisa que não pode depender de custumes ou cultura, o respeito.
Tipo, dizer obrigada, de nada, por favor, as ordens. Meu, isso é coisa essencial na vida e aqui parece que é coisa de outro mundo! Ninguém, te diz um obrigada, nem pede lincença, nada! E eu continuo dizendo claro, e eles me olham com cara de quem tá olhando pra uma alienigena. Triste isso, educação é essencial meu povo.

Olha só, a primeira vez que boto título num texto e ele sai podre desse jeito. Vaiamerda.
Bom, hoje finalmente descobri pra onde vou! o/
Então, saimos daqui na sexta e vamos pra Aparecida - SP, eu sei lá o que eles vão fazer lá, mas em todo caso né.(Rezar provavelmente) Conhecer novos lugares é sempre legal. São 1291km até e nós vamos de carro. Presinto cansaço. Bom, pelo menos já foi decidido que eu vou na frente, por que sou gorda. Capaz, é por causa dos nenes.
Depois de Aparecida, vamos pra praia. Maresias também em SP, que fica a uns 200 e poucos Km de Aparecida. Pelo que pesquisei da praia é um lugar legal, de surfistas e tals, veremos no que vai dar. :)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Essa é minha postagem número 201. :)
Sexo sem amor é só atividade física.
É quase jogar futebol só por prazer, nadar por prazer, correr por prazer. Atividade física.
Fidelidade. Fidelidade é uma coisa estranha, as pessoas morrem de ciúmes quando a pessoa amada toca, beija, faz sexo com um terceiro, mas consegue aceitar e conviver por inúmeras vezes com o fato dessa pessoa gostar de outra.
Engraçado. Engraçado por que o amor de verdade é sobre alma, é sobre a ligação afetiva entre duas almas que só usam o corpo como hospedeiro e não como objeto principal de afeto.
Não me entendam mal, eu não estou defendendo a infidelidade ou dando desculpas para a traição. Até por que ninguém gosta de ser traído, nem eu. Eu só estou, a essa altura do campeonato, tentando entender o motivo pelo qual o sentimento de posse pode valer mais do que um compartilhado por almas.
A diferença entre desejos carnais e sentimentos. O corpo é quem manda, instintos que nos dominam vez ou outra, só atividade física como meio de prazer. Não como o amor, não como uma conexão entre mentes e corpos. Coisas completamente diferentes.
Tanto faz, eu não gastaria mais palavras defendendo meu modo de pensar não moralista e egoísta. Só aprendam, o amor vai além disso tudo.
Eu viajei quase 1000km e foi terrível né, mas sei lá.
Bom, chego aqui no pai e ele diz: " A casa não ta toda pronta ainda, mas a parte de cima tá. Sobe lá, teu quarto é a primeira porta a direita."
Subi né, tipo, pai tem um puta bom gosto, a casa vai fica foda. Mas espera. Eu tenho um quarto? :O
Pois é, eu tenho um quarto aqui também. Meus irmão divivem um, já que são pequenos e o pai e a Leila tem outro né, suite e tals.
Entrei no quarto já esperando o que veria. Estava lá o grande guarda roupas de madeira maciça todo entalhado, cheio de detalhes, uma cama king size que nem se eu me esticar inteira consigo ocupar toda. Bom, uma tv grande, ar condicionado(obrigada senhor!) e um computador. Um computador? Sim, tem UM só na casa toda e com net é claro. Fiquei meio assim, não vo liga né. Dae vem o pai subindo as escadas e diz: "Pode ligar o computador aí, é teu."
Ok, parece que tem alguém aqui por essas bandas que quer me comprar de tudo que é jeito. Mas nao vai conseguir. ;)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Eu vou viajar amanhã e como não sei se tem net lá no pai por que ele se mudou e também por que vamos pra praia e tals, já adianto que é possível que eu fique tempos sem passar por aqui e pela net no geral ne. Mas vai ser bom, lerei bastante e tentarei terminar um dos meus livros pra começar a mandar para editoras. Não custa tentar né?

Eu baixei a cabeça e tremi de tão forte que puxei o ar pra dentro dos meus pulmões. Precisava me acalmar, na verdade preciso me acalmar, ando muito irritadinha ultimamente.
-Eu to falando contigo, olha pra mim Mariá! - Urrou no meio da música alta.
-Vai a merda. - Falei com cara de nojo e virei as costas saindo.
- Tu me deve isso! Tu sabe que me deve uma explicação.
Me virei rápida, quase voando por cima com o dedo apontado na sua cara.
-Eu não te devo nada! Eu não te devo se quer consideração pra começar! Não cobre de mim a explicação de um erro que foi teu!
- Tira o dedo da minha cara! - Deu um tapa na minha mão. - O erro foi teu, foi teu e tu sabe!
- Passado! Passado! Você é passado, volta pra lá. - Sai.

Então, cuidem-se e não façam nada que eu não faria, em todos os sentidos.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010


Feliz ano novo pra todo mundo. :)
Bom, eu so contra resoluções e essas coisas, então faço o melhor que puder para conseguir o que quero e tento não repetir os erros do passado. pontofinal

Meus dois primeiros minutos de 2010 nao foram nada bons, um estilhaço de rojão voou na minha bunda, ta um vergão. Estourei a champagne na minha cara e quebrei um copo na minha mão, tipo, apertei de mais ele. :O
Bom, entre mortos e feridos todos sobreviveram.
tava querendo ir pra casa terminar de ler O hobbit, por que o negócio tava feio ne, corria risco de morte se continuasse daquele jeito, mas... Mas! O primeiro dia do ano me reservava boas e divertidissimas surpresas. E assim foi, eu me diverti do lado de pessoas que eu amo incondicional mente e espero mesmo que o resto do ano seja assim tão bom quanto aquela madrugada. Eu vi o sol nascer, lindo, imponente no céu. Revigorante. O sol nascendo de um lado e a lua LINDA do outro. , tipo de coisa que todo mundo tem que ver uma vez na vida.

A primeira música que ouvi em 2010, sem querer, foi Rise up, aquela que diz assim:

"My dream
Is to fly
Over the rainbow
So high

Rise up
Don't falling down again
Rise up
Long time I broke that chains

I tried to fly
Away
So high
Direction's sky"

Com esse espirito começo o ano.

Ah, só mais uma, que diz assim:

"Eu nem lembrava mais o gosto do seu beijo..." ;)